quarta-feira, julho 21, 2004
momento de falsa poesia
O Filipe cresceu no meio rural, no meio de burras e cavalos.
Um macho nasceu da burra e do cavalo, e ficou amigo do Filipe.
Eles andavam juntos na quinta com o pavimento molhado
Iam até à vila mais próxima onde bebiam café e comiam feno
E assim eram amigos
Na escola, a professora do Filipe ensinou a diferença dos géneros
E assim Filipe descobriu que era macho
Tal como o seu amigo.
E tinha uma colega burra
E tinha um colega com dentes grandes a quem chamavam cavalo
E todos caminhavam para a escola com o pavimento molhado
E bebiam café, e no inverno tinham febre do feno
Filipe comia-lhes a febre
Filipe comia feno
Filipe era macho
Filipe era burro
Filipe era cavalo
Filipe era inverno
Filipe era a febre do feno
Um macho nasceu da burra e do cavalo, e ficou amigo do Filipe.
Eles andavam juntos na quinta com o pavimento molhado
Iam até à vila mais próxima onde bebiam café e comiam feno
E assim eram amigos
Na escola, a professora do Filipe ensinou a diferença dos géneros
E assim Filipe descobriu que era macho
Tal como o seu amigo.
E tinha uma colega burra
E tinha um colega com dentes grandes a quem chamavam cavalo
E todos caminhavam para a escola com o pavimento molhado
E bebiam café, e no inverno tinham febre do feno
Filipe comia-lhes a febre
Filipe comia feno
Filipe era macho
Filipe era burro
Filipe era cavalo
Filipe era inverno
Filipe era a febre do feno