quarta-feira, julho 21, 2004
momento de falsa poesia #2
Frágil como as nuvens
Frágil como o sol
Luísa deitada no sofá
Esperava a queda das nuvens
Esperava a queda do sol
Luísa deitada no sofá
Desfiava a lã da camisola
Sonhava com Bratislava
Sonhava em ir à Eslováquia
Mas do sofá não saía
Ao aeroporto não chegava
No sofá Luísa se deitava
Queimada pelo frágil sol
Lavada pelas frágeis nuvens
A sonhar com Bratislava...
Frágil como o sol
Luísa deitada no sofá
Esperava a queda das nuvens
Esperava a queda do sol
Luísa deitada no sofá
Desfiava a lã da camisola
Sonhava com Bratislava
Sonhava em ir à Eslováquia
Mas do sofá não saía
Ao aeroporto não chegava
No sofá Luísa se deitava
Queimada pelo frágil sol
Lavada pelas frágeis nuvens
A sonhar com Bratislava...